Muzambinho MG - História
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História de Muzambinho MG


Geografia


* Localização: Planalto de Poços de Caldas

* Altitude Média: 887 metros

* Temperatura Média Anual: 18º - tropical de altitude

* Precipitação Média Anual: 1605 mm



História


Fundação: 12 de novembro de 1878


Segundo a tradição, o nome da cidade se origina da palavra mocambo ou mocambinho, isto é, moradia utilizada pelos negros escravos fugitivos. A região teria sido habitada, antigamente, por negros que deram início ao povoado, desenvolvido graças à boa qualidade das terras para a agricultura. Com a formação do arraial, o povoado ficou conhecido pelo nome de "São José da Boa Vista", outra denominação "São José da Boa Vista do Cabo Verde".


Interpretando os anseios da população, Cesário Cecílio de Assis Coimbra - avô materno do futuro 19º Presidente do Brasil em 1955, Carlos Coimbra da Luz, que pelo tronco paterno era sobrinho neto do senador e conselheiro do Imperio do Brasil, de 1870 a 1899, Joaquim Delfino Ribeiro da Luz - e o Padre Prospero Paoliello, que viria a tornar-se o primeiro Vigario da Igreja Catolica local em 1861, em companhia de outros membros da sociedade, elevaram o Povoado a categoria de Distrito, aos 8 de outubro de 1860.


O "Almanaque Sul Mineiro" para o ano de 1874, pag. 390, aponta, também, como um dos fundadores, Antônio Joaquim Pereira de Magalhães.


O Distrito é oficializado Vila aos 12 de novembro de 1878, constituindo Termo com as freguesias de Dores de Guaxupé e Santa Barbara de Canoas (atual Guaranésia).


Tornou-se cidade e comarca em 30 de novembro de 1880, com o nome de Muzambinho. A Câmara Municipal foi instalada em 1881, assumindo como seu primeiro Presidente o coronel Cesário Cecílio de Assis Coimbra, que foi empossado nesse cargo pelo então Presidente da Camara Municipal de Cabo Verde, o Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, Tenente coronel Luís Antônio de Morais Navarro, futuro Barão de Cabo Verde.


Foi sucedido, nas legislaturas seguintes, de 1894 a 1904, pelo filho do Barão de Cabo Verde, Cel. Francisco Navarro de Moraes Salles, cuja filha, Eponina Magalhães Navarro (que pelo ramo de sua mãe, Delminda America Pereira de Magalhães Navarro, era neta do Professor Major Joaquim Leonel Pereira de Magalhães), viria a casar-se com Camilo de Lelis Paoliello, sobrinho neto paterno do Pe. Prospero Paoliello e sobrinho materno de Cesário Cecílio de Assis Coimbra.


Na gestão do Cel. Francisco Navarro, dentre as suas principais realizacões, destacam-se o "serviço" de água da cidade, a iluminação pública a acetileno, a criação do Liceu Municipal, da Escola Normal e a ligaçao ferroviaria da Rede Sul Mineira com a Companhia Mogyana, pela construção do ramal Guaxupe -Muzambinho - Tuyuty


A cidade hoje está se tornando modelo de preservação do patrimônio histórico, artístico e cultural. Com a atuação do Setor e Conselho do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural o município conseguiu realizar o processo de tombamento de mais de 30 imóveis. A preservação destes imóveis visa, sobretudo, estimular a população para a valorização da sua história, sua cultura, sua terra e sua gente.






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